terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Foi inaugurada a nova escola no sábado

Decorreu no Sábado, 29 de Janeiro de 2011, a cerimónia de inauguração da Escola Secundária José Macedo Fragateiro em Ovar, presidida pelo Secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar oficializando assim as novas instalações remodeladas no quadro do Programa de modernização das escolas secundárias.


A empreitada das obras de modernização da escola, coincidiu com a comemoração dos 50 anos da nossa escola. Estamos a começar uma nova etapa da escola que corresponde salvo erro à quinta fase da história desta instituição criada em Dezembro de 1960: A antiga Escola Industrial de Ovar celebra no ano lectivo 2010/2011 o seu cinquentenário.


Para ler mais sobre a inauguração destas novas instalações picar aqui:

http://ovarnews.com/2/index.php?option=com_content&task=view&i

d=3403&Itemid=41

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

EXPOSIÇÃO DE MINIATURAS DE EMBARCAÇÕES


MANUEL MÁRIO CRAVO BOLA
Rua dos Construtores Navais
Gafanha da Nazaré

Manuel Mário Cravo Bola nasceu na Gafanha da Nazaré, precisamente no dia do armistício da II Guerra Mundial, e desde muito cedo conviveu com a arte da construção naval, indústria que trouxe enorme prosperidade nas décadas de 30, 40, 50, 60 e 70, no século passado, por via das actividades inerentes à pesca do bacalhau à linha nos bancos da Terra Nova (Canadá) e na Gronelândia.

Foi aos oito anos que começou a trabalhar a madeira para a construção dos barcos, com uma enxó que era praticamente do seu tamanho, nas palavras do próprio, nos muito afamados ESTALEIROS MÓNICA, na Gafanha da Nazaré, onde acorreram homens de quase todo o País, particularmente do Minho e das Beiras, levando consigo famílias completas para viver naquela Vila. Miniatura na Exposição Embarcações Portuguesas na biblioteca da escola

A substituição da madeira, como matéria-prima essencial na construção naval, pelo aço, fê-lo demandar os ESTALEIROS DE S. JACINTO, onde entrou como aprendiz de serralheiro e onde ganhou os conhecimentos de Mecânica. Começou como Ajudante de Máquinas e foi ascendendo até à categoria de Primeiro Motorista, nos barcos de longo curso e, anos mais tarde, nos barcos da pesca costeira, sempre como Chefe de Máquinas, responsabilidade a que ficou profissionalmente vinculado até se reformar.

Porque o gosto pela arte da construção naval sempre lhe foi muito intrínseco, Manuel Mário aproveitava os seus tempos livres para consultar bibliografia, documentos diversos e projectos de construção de barcos, para proceder à reprodução, à escala, de exemplares da frota pesqueira portuguesa do bacalhau à linha, com especialMiniatura na Exposição de Embarcações Portuguesas na biblioteca da escola José Macedo Fragateiro incidência na construção dos modelos construídos pelos ESTALEIROS MÓNICAS, onde existiu uma autêntica escola de engenharia naval portuguesa, onde foram formados autênticos mestres.

A sua casa abriga todas as peças por si construídas e inúmeros instrumentos afins da navegação, para além de objectos pitorescos que foi recolhendo pelos continentes que visitou. Actualmente, está entregue à recuperação de bitáculas e giro-bússolas, peças de extrema relevância para a vida do homem no mar e de rara beleza material. E porque sente o espaço muito reduzido, a sua vida tem sido de constante empenho para conquistar um local onde possam ser apreciados os belíssimos exemplares que se assumiram como genuínos embaixadores do nosso País, durante muitos anos.

Para mais informações consultar:
http://manuelmariominiaturas.blogspot.com/

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Prolongada a Exposição das Embarcações Portuguesas

A exposição «EMBARCAÇÕES PORTUGUESAS» que está a decorrer na biblioteca da escola, vai ser prolongada até 4 de Fevereiro de 2011.

Esta integra a partir de hoje 4 miniaturas feitas à escala, pelo artista, também pescador, Manuel Mário Bola, da Gafanha da Nazaré que gentilmente as cedeu.
http://manuelmariominiaturas.blogspot.com/2010/07/navio.html

Mário Bola foi motorista de barcos de longo curso e serralheiro na construção naval e por isso conhece bem os detalhes da construção das embarcações.


Os alunos podem agora observar numa das miniaturas patentes nesta exposição a minúcia dos detalhes e o rigor dos elementos feitos à escala na própria estrutura/esqueleto que serve para garantir a solidez da embarcação.




segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Exposição "Embarcações Portuguesas"

As embarcações tradicionais portuguesas são bens culturais em extinção acelerada e testemunham a grande capacidade inventiva e criativa dos nossos pescadores e marinheiros.

Ramalho Ortigão afirmou “ a variedade de formas das nossas embarcações de pesca é fenomenal, e nela se reflecte a alma profundamente marítima do nosso povo”.

Há uma grande variedade de barcos em toda a história náutica portuguesa.
Limitamo-nos a dar-vos a conhecer oito embarcações de diferentes regiões do país, para perpetuar a memória do nosso rico património fluvial e marítimo.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O Teu Filme Pode Mudar o Mundo

A Associação Oikos - Cooperação e Desenvolvimento promove o concurso "Curtas de Cinema Documental Jovem" organizado com o apoio da União Europeia em que a malta dos 12 e os 21 anos que é estudante no ensino básico e no secundário pode ganhar prémios... Basta picar no botão play deste video para saber mais detalhes.

Sob o tema "O teu filme pode mudar o Mundo", a malta jovem está a ser convidado a elaborar micro-filmes sobre os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).
Associação Oikos - Cooperação e Desenvolvimento

Estes filmes elaborados em vídeo podem ser feitos com a utilização de quaisquer tipos de media (câmaras digitais, telemóveis, entre outros). As "curtas" realizadas pelos participantes deverão ter uma duração máxima de 3 minutos e abordar o tema dos ODM.

O concurso "Curtas de Cinema Documental Jovem" pretende assim a produção de audiovisuais inovadores capazes de fomentar a criação de espaços alternativos de diálogo e debate, contribuindo assim para uma população mais informada, mais sensibilizada e mais mobilizada para estas questões.

As inscrições poderão ser efectuadas através do upload directo dos "vídeos" no blogue do concurso, no respectivo canal de vídeos (http://www.curtas.oikos.pt/ ) até 28 de Fevereiro de 2011 pois o prazo foi alargado como podes ver aqui:
http://www.curtas.oikos.pt/2222.html


Bons Filmes

sábado, 18 de dezembro de 2010

Exposição de Pintura Egípcia

vai decorrer na Biblioteca da Escola José Macedo Fragateiro uma exposição de pintura, com papiros do Antigo Egipto, organizada pelo Professor de História, António Senra. as pinturas podem ser vistas entre o dia 10 e 17 de Janeiro na nossa Biblioteca.
As pinturas que nos restam do Antigo Egipto foram encontradas nos túmulos, tendo, portanto, uma função funerária, destinando-se a deixar mensagens aos deuses. Geralmente, mostram cenas religiosas ou representam o tipo de vida que o defunto poderia levar no Além (caçadas, pescarias, banquetes). O elogio das virtudes (competência guerreira , religiosidade , bondade) era também representado frequentemente.
As convenções da pintura são equivalentes às da escultura.
Mais do que uma representação naturalista, procura-se transmitir uma mensagem da forma mais clara e sintética possível.
As figuras são representadas de acordo com a “lei da frontalidade”, em que a totalidade do corpo é abarcada de forma simples.
Os pés e o rosto são desenhados de perfil, o corpo e o olho de frente. Não há a noção do volume, sendo as cores lisas e convencionais ( o homem é sempre mais escuro que a mulher). A perspectiva não existe, a noção de profundidade é dada de forma primitiva, colocando os objectos uns sobre os outros. A importância social da figura é espelhada no seu tamanho relativo. É a chamada “hierarquia moral”.
O artista gozava de maior liberdade no que respeita à representação de pormenores acessórios. As personagens secundárias nem sempre seguem a lei da frontalidade, enquanto que as aves, plantas, peixes e outros animais podem ser pintados de forma muito naturalista. Por outro lado, as figuras menos importantes afastam-se do hieratismo das personagens principais, podendo ser surpreendidas em actos quotidianos.
A arte egípcia sofreu muito poucas modificações, durante os cerca de 3000 anos ocupados por esta civilização. Há, contudo, uma excepção, que corresponde ao período de Akenaton, faraó do século XIV a. C. Corrente elitista, não cativou o povo egípcio, desaparecendo logo após a morte desse faraó.
No entanto, os novos conceitos religiosos ( culto do deus único Aton) levaram ao aparecimento de novas formas artísticas, raras pela sua originalidade.
Ao considerar-se um homem comum e não uma divindade, o faraó é representado no seu quotidiano, brincando com as filhas, ou conversando com a esposa amparado numa bengala.





Texto: António Senra
Imagem: Oliveiros Costa

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Exposição de Pavimentações e Origamis

Exposição de Pavimentações e Origamis

No nosso dia-a-dia estamos rodeados pela Matemática, quer nas compras da mercearia, quer nas viagens de comboio, na calçada do passeio ou até em publicidade. Tudo isto é visto em Cálculo, Álgebra, Estatística, e, até mesmo Geometria. A Geometria foi a base da nossa exposição, pois ela acompanha-nos todos os dias na “calçada de um passeio” (Pavimentações) ou “nos brinquedos de papel” de uma criança(Origamis).

As Pavimentações são uma composição de figuras planas (ladrilhos) que cobre todo o plano, sem que as figuras se sobreponham ou deixem espaços vazios. Na base de proposta de trabalho, a professora, Susana Borges, propôs aos alunos para seguirem o trabalho de Escher, Artista Gráfico do século XX, que apesar de não ter sido matemático, as suas obras têm presentes muita Geometria. Escher dedicou grande parte do seu tempo ao estudo das pavimentações do plano. O seu interesse começou em 1936, quando viajou por Espanha e se maravilhou com padrões utilizados em Alhandra. As suas pavimentações do plano são conseguidas recorrendo a isometrias. Contudo, e com a ajuda de toda esta definição, a professora, em atelier, desenvolveu certas pavimentações com os alunos da nossa escola do nono ano.

Origami é a arte japonesa de dobrar o papel. ori significa “dobrar” e kami significa “papel”. A arte da dobragem de papel tem mais de mil anos de história. Começou por ser uma arte meramente religiosa, mas com o decorrer dos anos deixou os templos e instalou-se nas casas senhoriais onde se destinava à ocupação das crianças, pois representava as figuras imaginárias dos contos infantis. Esta arte foi trazida para Espanha pelos Mouros com a invasão Árabe no século VIII. Pelo facto de a religião não permitir a criação de formas animais, os Mouros utilizavam a dobragem de papel para criar figuras geométricas. O Origami é visto como um símbolo internacional da paz, vez que, o Dia Mundial do Origami se celebra a onze de Novembro, data em que foi assinado o Tratado de Paz que assinalou o fim da Segunda Guerra Mundial. O trabalho foi proposto pela professora Susana Borges em Plano de Actividades e foi desenvolvido pela professora Mafalda Tarrinho e pelos seus alunos do 7º ano.

Neste momento ambos os trabalhos desenvolvidos pelos alunos estão expostos na nossa Biblioteca.