DÓING - Oficina aumentada
Programação e robótica “FAZ TU MESMO!”
Decorre Fábrica da Ciência Viva da Universidade de Aveiro no 2º e 4º domingo de cada mês
A Fábrica da Ciencia Viva tem um programa novo de Oficinas Dóing baseadas no conceito Maker.
Que tal vires trabalhar connosco e fazeres os teus próprios projetos?
Ao domingo estás desafiado a mostrar as tuas ideias, sejas já um veterano da programação e eletrónica ou um fã que quer experimentar e aprender. Podes dar asas à tua criatividade e construir robôs ou outros dispositivos, utilizando Lego EV3. Para fazeres o teu projeto tens à disposição todo o dia e vários equipamentos. Não faltes!
Sessões de Lego EV3
10 abril, 8 maio, 12 junho, 10 julho
Sessões de micro-controladores open-source (Arduino)
24 abril, 22 maio, 3 julho, 24 julho
DÓING - Oficina aumentada - Programação e robótica “FAZ TU MESMO!”
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quarta-feira, 29 de junho de 2016
Motivação: pré-requisito ou construção escolar?
| A motivação é o fulcro da atividade letiva |
O Auditório Maria Cecília Oliveira esteve repleto para
assistir à sessão dinamizada pelo professor catedrático e reconhecido docente e
investigador em ciências educativas, que, após
apresentação a cargo da Diretora do AEO, iniciou os trabalhos por referir que a
motivação é uma questão frequentemente mal colocada na abordagem dos problemas
escolares, dizendo que persistimos no “erro dramático” de a concebermos como um
pré-requisito.
Tal pode acarretar várias
consequências: as crianças só aprenderiam aquilo para que
estivessem previamente motivados, e isso equivaleria a reduzir profundamente o
quadro de promessas e esperanças que a sociedade deposita na educação escolar; aprofundaria
irremediavelmente as desigualdades sociais, pois à partida cada aluno traz
consigo universos socioculturais diversos para o campo escolar e seria muito
injusto que cada um só tivesse "resposta" educativa àquilo que estivesse
disposto a aprender; o acesso ao conhecimento codificado, a um conjunto de
competências-chave e à própria cultura estaria assim limitado aos
"encontros individuais aleatórios" que permitissem a aquisição do
gosto de aprender, da curiosidade e do acesso contínuo ao saber.
![]() |
| A motivação deve trabalhar a maior variedade possível de competências |
Para mais, os contextos atuais de
vida impedem a capacidade de captar a atenção dos alunos, tornando o trabalho
escolar numa tarefa cada vez mais árdua, pelo que se exige à escola a criação
de projetos inovadores capazes de agregar ideias e metodologias incentivadoras
do empenho construtivo dos alunos.
| O Auditório Maria Cecília Oliveira teve uma plateia muito atenta aos trabalhos |
Em oposição, Joaquim Azevedo foi
muito crítico com o sistema educativo português, que persiste em manter o erro
legislativo da escolaridade obrigatória até aos dezoito anos. Isto porque a
considera agressiva e violenta, já que trabalha apenas 2 ou 3 competências na
formação dos alunos. Assim, destacou a importância da motivação no percurso
escolar dos alunos, como fundamental para tornar a escola num lugar de
aprendizagens mais justas e ajustadas às novas sociedades.
Considerou
o nosso sistema escolar profundamente injusto e, por isso, pouco democrático,
dado que deveria promover oportunidades ricas de aprendizagem para todos e
trabalhar com cada um, a seu modo, desenvolvendo ao máximo as suas capacidades.
É que há escolas, em Portugal, a realizar esforços enormes em busca desta
escola justa, reinventando a “gramática escolar". Pena é que esse não seja
o princípio norteador da ação política geral, pois assim sentir-se-iam
apoiadas, incentivadas e acarinhadas.
Apesar
de algum desencanto, considerou “nada estar perdido, pois talvez seja este o
tempo dessas escolas e professores se ligarem entre si, criarem redes de forte
cooperação interpares e edificarem e proporem à sociedade portuguesa novos
rumos para a educação escolar, de modo que nenhum cidadão seja deixado pelo
caminho, porque não está motivado”.
A concluir os trabalhos, Joaquim Azevedo agradeceu a
presença dos docentes do AEO e mostrou-se disponível a colaborar com este
género de iniciativas, porquanto promotoras da melhoria dos índices de sucesso de
todos, instando os docentes a distinguir a realidade da fantasia que permanece
associada às questões escolares, porque “o esforço civilizacional tem de ser
contínuo e sempre tendo em conta o papel imprescindível dos professores”, disse.
Texto e fotos de Hélder Ramos
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Curtas na Biblioteca
O que pode ser ainda melhor na nossa Biblioteca?
um desafio: O que pode ser melhor ainda?
Curtes a Biblioteca?????Costumas usar a Biblioteca da Escola José Macedo Fragateiro?
Então o convite é para ti também....
Curtes a Biblioteca?
#bibliofragateiro
#escolajosemacedofragateiro
| Pensa. Idealiza. Planeia. |
Sozinho ou com um grupo de amigos, reflete sobre o que mais te atrai na biblioteca da escola e pensa como é que poderia ser ainda melhor. |
| Faz: | Tens um smartphone, um tablet, uma câmara de vídeo? Realiza um filme com o máximo de 2 minutos. Sê arrojado, criativo, original! Diverte-te! |
| Divulga: Partilha...: |
Fala com os professores da equipa da biblioteca para carregar o filme na rede, no blogue, no canal youtube, no facebook, ou no vimeo da nossa biblioteca. Depois partilha nas redes sociais e convida os amigos dos teus amigos a gostar do teu filme sobre a nossa biblioteca! |
ESTÁS À ESPERA DE QUÊ PARA COMEÇAR?
Entrega o teu filme na biblioteca até 10 de julho
Fragadigital.ovar | Fragadigital
Entrega o teu filme na biblioteca até 10 de julho
Fragadigital.ovar | Fragadigital
sexta-feira, 13 de maio de 2016
POESIA - exposição na biblioteca
Está patente na nossa biblioteca uma exposição de POESIA com trabalhos elaborados pelos nossos alunos durante a semana da leitura de 4 a 8 de abril e cujo tema era Elos de Leitura. Os alunos realizaram diversas actividades e produziram também poesias que só agora puderam ser expostos para divulgação na nossa comunidade escolar.
A titulo de exemplo destaca-se o poema que está no papel verde da esquerda aqui nas imagens:
Amor
Amor é uma pequena palavra
que dizemos a pouca gente,
pequena quando é dita,
mas enorme quando se sente.
Nesta pequena palavra
estão contidos muitos sentimentos:
amizade, carinho, amor...
para se poder ter uma vida feliz
e nela não existe dor.
Por isso é que o meu nome é amar,
e o meu apelido era sofrer,
mas isso mudou quando percebi,
que eu preciso é de sonhar,
sonhar em te ter.
Não existe um amor impossível,
pois quem ama faz tudo,
tudo o que for preciso
até que seja possível
viver como um sortudo
e andar com um sorriso
por se estar feliz
como se vivesse no paraíso.
JP 8ºE
_________________________________
Convidamos os alunos a comentar alguns destes poemas na rede através do facebook e do twitter:
www.facebook.com/fragadigital.ovar
www.facebook.com/fragadigital
Façam gosto nas nossas paginas e sigam-nos para acompanhar de forma ativa as nossas publicações.
twitter.com/fragadigital
#escolajosemacedofragateiro | #bibliofragateiro
A titulo de exemplo destaca-se o poema que está no papel verde da esquerda aqui nas imagens:
Amor
Amor é uma pequena palavra
que dizemos a pouca gente,
pequena quando é dita,
mas enorme quando se sente.
Nesta pequena palavra
estão contidos muitos sentimentos:
amizade, carinho, amor...
para se poder ter uma vida feliz
e nela não existe dor.
Por isso é que o meu nome é amar,
e o meu apelido era sofrer,
mas isso mudou quando percebi,
que eu preciso é de sonhar,
sonhar em te ter.
pois quem ama faz tudo,
tudo o que for preciso
até que seja possível
viver como um sortudo
e andar com um sorriso
por se estar feliz
como se vivesse no paraíso.
JP 8ºE
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terça-feira, 3 de maio de 2016
Cirilo Pinho - Optometrista / Contactologista
Multiópticas
Do trabalho que hoje acompanhou junto da nossa população escolar,
que conclusões obteve?
Este rastreio não quantifica valores e
apenas qualifica visualmente, isto é, não fornece com a máxima exatidão os
números relativos às necessidades optométricas dos alunos. De uma maneira
geral, os alunos aqui consultados veem razoavelmente bem. De todos os que
rastreámos, 15 poderão precisar de fazer consulta em optometria, o que
corresponde a pouco mais de 20%, porque apresentaram valores inferiores aos
normais para a idade. Maioritariamente, a população escolar vê bem.
Relativamente aos alunos que manifestaram pequenos distúrbios
visuais, quais as causas por si apontadas para que tal suceda?
Os maiores problemas visuais situam-se
muito na base da metropia, ou seja, os problemas resultam muito de erros
refrativos: a hipermetropia, a miopia e o astigmatismo. Essas são as falhas
mais frequentes na população destas idades.
Nesses casos, será que as tecnologias têm a sua influência?
Sim, têm. A acuidade visual está
completamente viciada em ecrãs, muitas vezes de dimensão muito reduzida, e os
jovens acabam por passar muitas horas em visão próxima, quer seja com
computadores, quer com telemóveis, sobretudo, o que sobrecarrega o esforço
visual nas tarefas «de perto», causando dificuldades na visão «de longe».
Assim, a visão fica estruturada para tarefas de exagerada proximidade e habitua
o organismo a fazer aquilo que lhe pedimos. Se um jovem passa muito tempo em
tarefas de visão muito próxima, quando olham em frente começam a ter mais
dificuldade. Por vezes, basta passar uns dias sem tantas tarefas excessivas,
que a visão acaba por melhorar. O facto de estarmos muito expostos às novas
tecnologias pode originar erros refrativos.
Os alunos são recetivos às consultas aconselhadas?
Os alunos com distúrbios visuais
verificaram objetivamente as dificuldades, pelo que não saíram com dúvidas a
esse nível. Agora, o que pedimos aos alunos e respetivos pais é que tenham o
documento que receberam como uma medida de bom aconselhamento técnico, no
sentido de marcarem uma consulta de oftalmologia ou optometria.
Há alguma mensagem especial que queira deixar aos jovens
estudantes, para melhor protegerem a visão?
O conselho que dou, e agora que vamos
entrar no verão, é que devem usar óculos de sol, e sempre que haja uma situação
de exposição solar muito intensa. Devem evitar usar o telemóvel muito próximo
dos olhos e fazer pausas após cada período de dez minutos. Isto aplica-se aos
computadores, já que a exposição muito prolongada aos dispositivos com ecrã é
muito prejudicial ao conforto da visão. No fundo, cada pessoa deve comportar-se
dentro dos limites de bom-senso, fazendo o que tem a fazer, mas não constantemente.
Por fim, nunca devemos descurar a necessidade de descanso, como forma de
recuperar o esforço diário dado às tarefas que temos, sem esquecer uma boa
alimentação, associada à prática de desporto. A qualidade de vida depende, e
muito, destes factores.
Entrevista conduzida por Hélder Ramos
Foto de José Sá
Cláudia Moura - Médica dentista
Fisiovar
| Mais um bom resultado |
Presente nesta edição da Feira
da Saúde, qual lhe parece ser a tendência dos cuidados de higiene oral dos
nossos alunos?
Registo uma melhoria significativa, comparativamente com os anos
anteriores. Noto que havia muitos problemas associados a casos sociais graves,
o que já não se verifica tanto. E praticamente no final deste dia, só detetei
dois casos que requerem outro acompanhamento.
A higiene oral confina-se ao
tratamento dentário?
Não. A higiene oral interfere muito com
a imagem social que cada um revela. Pensando concretamente na idade dos alunos
que rastreámos, os cuidados com a nossa higiene oral são cada vez um cartão de
visita, quer queiramos, quer não. Por exemplo, os jovens já têm a noção de que
a procura de emprego pode ficar condicionada pela falta de cuidados de saúde, o
que os leva a procurar mais o médico e a programar novos regimes de tratamento.
Que mensagem deixa aos nossos alunos, para que estas melhorias
continuem a verificar-se?
É preciso fazê-los ver que, se não for
o próprio jovem a cuidar de si, mais ninguém o faz. E não deve pensar apenas na
saúde oral, mas no todo que é o seu organismo. Embora muitas pessoas não
valorizem devidamente os cuidados de higiene dentária, é importante sublinhar
que a saúde oral interfere muito significativamente no bem-estar geral de cada
um. O caminho só pode ser um: o da prevenção. O Estado tem aqui uma
responsabilidade acrescida, ao manter o auxílio fornecido através dos
cheques-dentista, muito especialmente àquelas famílias de menores recursos
financeiros.
Prevê novas melhorias nos cuidados de saúde oral, após o
alargamento da idade de benefício?
Não
tenho qualquer dúvida. Num prazo de dois, três anos, havemos de ter bons
resultados em alunos mais velhos que aqueles que neste dia acompanhámos, o que
faz prever excelentes resultados. A comparação que hoje fazemos com os dados de
há quatro anos, permitem-nos afirmar que estes esforços valeram a pena, apesar
de sabermos que ainda há famílias que não valorizam os investimentos na saúde.
Em suma, há que prosseguir o caminho da informação, incentivando hábitos
saudáveis em meio familiar.
Entrevista conduzida por Hélder Ramos
sexta-feira, 29 de abril de 2016
PARA UMA COMUNIDADE SAUDÁVEL
| Cartaz do evento, composto pelo Professor Alcino Morais |
IV FEIRA DA SAÚDE
A nossa Escola esteve de portas abertas a toda a
comunidade educativa para mais uma edição da Feira da Saúde, no dia 26 de abril, organizada
em parceria pela Associação de Pais e pelo Projeto de Educação para a Saúde
(PES).
Esta edição contou com a participação de um
número superior a vinte instituições diretamente ligadas à área da saúde, com um programa repleto de
diversas atividades: exposições, palestras, despistes, rastreios, atividades físicas e de
bem-estar, massagens terapêuticas e de relaxamento, sem esquecer a presença dos
Bombeiros Voluntários de Ovar e as apresentações de “cocktails” sem álcool, um
espaço que muita procura concitou, particularmente junto dos alunos.
De acordo com a equipa coordenadora do
PES, “cada edição prova, e cada vez mais, o cumprimento dos objetivos definidos”,
isto porque se torna muito importante “disponibilizar diversificada
informação sobre a prevenção de doenças. Para mais, o nosso maior desafio é o
de promover o esclarecimento dos alunos, para que saibam valorizar a saúde em
todas as vertentes”.
Num gesto de
profundo agradecimento pela participação no certame, a Associação de Pais e os
docentes responsáveis do PES ofereceram lembranças às entidades e instituições
presentes, manifestando o apreço pela colaboração concedida e pelo desejo de
novas realizações conjuntas.
Texto e fotos de Hélder Ramos
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